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 Comentários do Dr Galletta - Notícias

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Uma em cada quatro jovens americanas tem DST
Os dados revelados por este estudo americano, do CDC, são preocupantes. A infecção por HPV, Clamídia e Herpes está aumentando neste grupo mais jovem, entre 14 e 19 anos. A vida sexual cada vez mais precoce e cada vez mais despreocupada e irresponsável é a grande responsável por este quadro. Quase uma quarto destas mulheres jovens americanas tem algum destes tipos de DST, enquanto quase metade das negras possui um ou outro tipo de doença. A realidade pode até ser pior, porque não se investigaram outras doenças menos comuns, como a Sífilis e o HIV. É preciso dizer o efeito catastrófico disso a médio prazo. O HPV, que é o vírus do Condiloma, dá verrugas genitais e predispõe ao câncer de colo uterino, de vulva, de vagina e de pênis. O risco que uma mulher tem em desenvolver o câncer do colo uterino, tendo alguns dos subtipos oncogênicos de HPV (os subtipos 16 e 18) é de 100 vezes! Só para comparar, o risco de uma pessoa que fuma em desenvolver câncer de pulmão é de 10 vezes! O Herpes, além de desagradável e doloroso, é causa de cegueira em crianças de mães com a doença. Aliás, mesmo risco existe para a Clamídia, que também aumenta o risco de esterilidade na mulher, por entupir a trompa uterina (o que aumenta também o risco para gravidez ectópica, ou seja, nas trompas). Outra doença que dá esterilidade pelo mesmo motivo é a Gonorréia, só que ela é fácil de tratar, o que não é verdade com a Clamídia. Mas, infelizmente, tanto o Herpes, como o HPV, por serem vírus, não têm cura, apenas controle. Ou seja, uma vez infectada com o vírus, a mulher ficará com ele para o resto de sua vida, podendo infectar a outros. Ou seja, uma decisão errada, levada pela emoção, ou pela paixão, pode ter conseqüências graves, intratáveis, para o resto da vida! Tais DSTs serão com certeza uma lembrança desagradável para muitas velhinhas, daqui a algumas décadas. Já pensou? Você que me lê, já velhinha, pensando: “Ah, se eu não tivesse transado sem camisinha naquele dia, quando eu tinha 15 anos!...” Fala-se muito do HIV, que também não tem cura, apenas controle, por ser um vírus. Mas ele é muito menos freqüente do que as outras DSTs! A própria Sífilis, que é muito fácil de ser tratada, com antibiótico, quando está no início, é uma situação ainda muito comum hoje em dia. Basta dizer que a Sífilis Neonatal, que infecta a criança na barriga da mãe, está em ascensão na cidade de São Paulo, sendo que metade dos casos ocorre em pacientes de convênio! E esta sífilis neonatal é mais grave do que a do adulto, acometendo muito mais frequentemente o cérebro, o fígado, a pele e os ossos! E, o que pior, mesmo com o tratamento, pode ser que a criança fique com seqüelas definitivas, pelo resto da vida, com deformidades ósseas por exemplo. Apesar disso tudo, vejo muito pouca preocupação com o assunto nos jovens que me escrevem no site. Quase todos estão preocupados com uma possível gravidez ao não terem usado a camisinha, mas praticamente ninguém se preocupa com uma possível DST! E, acredite, é muito mais fácil pegar uma doença venérea do que uma gravidez! Parece-me que, com a pílula do dia seguinte, ficou mais fácil ter relações em camisinha e sem medo. Muitos pensam: “Tudo bem, é só usar a tal pílula do dia seguinte!” No entanto, cada vez mais estou dizendo a mesma frase: “Cuidado, pois a PDS não evita as doenças sexualmente transmissíveis! Uma gravidez ainda é algo bom, afinal é uma vida que vem ao mundo. Mas uma DST é encrenca na certa!”. Por isso, você que me lê, preocupe-se e se cuide! Às vezes, uma só relação sexual impensada pode trazer dores de cabeça para o resto da vida! E, infelizmente, nem mesmo a camisinha protege totalmente...

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Embrião congelado: a polêmica questão das células tronco
Ao comentar a notícia de que um embrião congelado chega à maioridade no interior de São Paulo, reforço minha concepção de que o debate sobre a questão das células tronco embrionárias encontra-se ainda acirrado e polêmico. Não só porque a lei de biosegurança está para ser aprovada no Congresso, como também porque a Igreja católica discute o assunto na Campanha da Fraternidade deste ano, sobre a dignidade da vida humana Recentemente, fui convidado pela Câmara Municipal de São Paulo para uma mesa redonda sobre a Campanha da Fraternidade e me surpreendi com a presença de muitos deficientes físicos no local, exigindo uma posição que não cabia à esfera municipal, qual seja a aprovação da pesquisa de células tronco em embriões humanos, uma matéria a ser discutida em âmbito da federação. No entanto, apesar da inadequação de foro para a discussão, me surpreendi com a reação das pessoas. Não porque não esteja acostumado com este problema. Tenho familiares que tiveram trauma medular, amigos e muitas gestantes cadeirantes, as quais atendo no Setor de Neuropatias e Gravidez, no Hospital das Clínicas. Sei do drama humano e da superação que tais pessoas realizam todos os dias, numa sociedade que não está preparada para recebê-los. Acho muito positivo que tais pessoas se associem e briguem por seus direitos, mostrando para os demais cidadãos o quanto são capazes e admiráveis. O que me surpreendo, de verdade, é como a esperança é semeada de forma irresponsável. Pois estes cadeirantes parecem acreditar que a ciência trará para eles a plena reconstituição do movimento, o que provavelmente não será possível tão já, mesmo que as pesquisas avancem muito nos próximos anos. Outro engano é que o único entrave para a solução do problema que eles têm é a posição da Igreja Católica, que luta pela preservação dos embriões congelados. Primeiro, a pesquisa com células tronco adultas, obtidas principalmente do cordão umbilical no nascimento, poderia estar mais adiantada e propiciar maiores vantagens, por ser de obtenção mais fácil. Milhões de placentas e cordões umbilicais são jogados no lixo todos os anos no Brasil, sem nenhuma atenção a isso. As células sanguíneas do recém-nascido também se prestariam a este tipo de pesquisa, mas não há interesse em se fazer isso, por uma razão tão simples quanto real: é muito barato! Por outro lado, a pesquisa com células tronco embrionárias teria alguns benefícios, é lógico. Tais células têm um potencial maior de diferenciação em outros tipos celulares. Entretanto, há vários entraves. O primeiro é o financeiro. A obtenção de embriões é cara. Outro entrave é o filosófico-religioso. Não há como fazer pesquisas com o embrião sem matá-lo de forma definitiva! Alguns argumentam que uma vida salvaria a outra. E quem disse que uma vida é melhor do que a outra? Interessante é o fato que justamente as pessoas com deficiência física e via de regra menosprezadas pelas sociedades mais autoritárias sejam justamente aquelas que invertem o raciocínio e dizem que há vidas que têm menos valor do que outras, esquecendo que este raciocínio já foi usado em muitas culturas para segregar e eliminar exatamente pessoas como eles, deficientes e fragilizadas por algum acidente. Despulpem-me, mas toda vida tem valor! Seja a minha, a de um presidente, de um deficiente físico, de um moribundo, ou de uma criança ainda em formação! Há os que argumentam que o embrião só seria viável por 2 ou 3 anos, e que poderiam ser usados após este tempo, porque não prestariam para mais nada. Certamente, que se preferem os embriões mais novos para a implantação uterina, imaginando que eles teriam mais sucesso do que outros embriões mais velhos. No entanto, não há certeza alguma de que haja uma data limite para esta utilização. Prova disto é que este Centro de Reprodução Humana de Ribeirão Preto (SP), um dos mais antigos do país, ainda mantém congelado um embrião congelado de quase 18 anos, sem "desprezá-lo". Não é só por questões éticas ou morais que o responsável pelo Centro guarda este embrião. Sabe-se que vários embriões congelados há mais de 10 anos conseguiram ser implantados com sucesso no útero receptor, o que viabiliza a idéia de guardá-los. Assim, se percebe que uma questão tão polêmica e delicada como esta se estrutura em cima de meias verdades. O que é triste! Como é triste também que a esperança seja colocada em algo tão frágil, quando há tantas outras possibilidades!...

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Solteiros exigentes: o cisco no olho...
Interessante este estudo europeu, veiculado pela BBC Brasil. Não sei se a amostra de 13 mil pessoas solteiras seria representativa do universo de pessoas não casadas no velho continente. Talvez seja uma pesquisa feita pela Internet, que não venha a representar aquelas pessoas culturalmente diferentes. No entanto, é muito interessante saber que as mulheres solteiras se mostram mais felizes com este estado do que os homens (35 x 9%). Talvez por estarem cada vez mais independentes e mais auto-centradas, ou por saberem se virar melhor dos que os homens quando sozinhas. Aliás, já se sabe de longa data que os homens solteiros morrem mais cedo do que as mulheres solteiras. Parece que a maioria, tanto homem quanto mulher, quer namoros sérios, mas não sonha mais com o casamento, como as gerações anteriores. A gente poderia pensar que tais pessoas são mais tranquilas e "desencanadas”, sem grandes planos, deixando a “vida me levar”. Mas não é o que parece. Tais pessoas namoram pouco (na média 2 namoros sérios na vida) e fazem uma série de exigências e restrições quanto ao futuro(a) pretendente. Este(a) terá de ser honesto, fiel, otimista, generoso, simpático e de boa aparência, assim como terá de ter uma carreira profissional promissora. Adicionalmente, deverá ser vaidoso e não poderá ser careca. De preferência, que não tenha filhos, não tenha tido um relacionamento anterior, que não seja estrangeiro, nem tampouco de outra religião. Embora “o outro” tenha de ser perfeito, a pessoa entrevistada assume seus defeitos: muitos são ciumentos, controladores e não têm nem mesmo tempo para paquerar. Como então dar certo? Este estudo me lembra um outro estudo similar, em que se perguntava aos motoristas o que eles achavam dos outros motoristas e deles próprios. A maioria achou que o conjunto dos motoristas dirige mal, com imprudência e sem respeitar as leis de trânsito. Quando se perguntava o que o entrevistado achava de si mesmo, praticamente ninguém reconhecia em si alguma falta ou má conduta no trânsito. Pois é, isso nos faz pensar que nossa sociedade está se tornando cada vez mais individualista e auto-referente, preferindo culpar os outros pelos seus problemas e sua infelicidade. Afinal, é muito mais difícil reconhecer em si os defeitos que sobressaem nos demais. Acho que alguém já falou algo sobre isso, um homem que morava em Nazaré há cerca de dois mil anos atrás e que gostava de olhar as pessoas nos olhos e dizer a verdade com carinho e apreço: olhar o cisco no olho do outro, ao invés de tirar a trave do seu próprio olho!... O que ocorre é que hoje em dia tais palavras não são mais ouvidas com o respeito e a consideração de antes...

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UNICEF: Morte infantil diminui, mas morte materna aumenta
Esta noticia de dados da UNICEF é muito interessante, na comparação que faz do Brasil com outros paises no mundo e deve realmente ser comemorada, pois a mortalidade infantil continua a cair em nosso país, fenômeno constante nas últimas 3 décadas. Hoje em dia já estamos no patamar dos melhores índices de mortalidade infantil do mundo, distante de paises que antes nos faziam companhia, como os paises africanos e vários latino-americanos. Este fato ocorre por vários motivos. Um deles é a vacinação das crianças, com uma cobertura cada vez maior, além de melhor assistência médica. O aspecto social também é relevante, afinal a taxa de natalidade em nosso país continua caindo e a média nacional atual de 2 filhos por casal permite que o cuidado com as crianças seja maior, incluindo melhor alimentação. Neste sentido, o bolsa família e outros programas sociais do governo federal também contribuem. E não podemos esquecer a ação do terceiro setor, como a Pastoral da Criança, da Igreja Católica, que há pelo menos 2 décadas contribui de forma significativa, ao ensinar não só o soro caseiro, como também vários outros cuidados ao recém-nascido e à criança. Veio se associar a este quadro o Programa Saúde da Família, onde agentes comunitários de saúde auxiliam no cuidado destas crianças, com visitas domiciliares frequentes nas casas com crianças menores de um ano, indo além onde o médico não pode se fazer presente. Infelizmente, ainda há muita distorção no cuidado da criança menor de 5 anos, com maior mortalidade naquelas de baixo nível sócio-econômico. No entanto, nos últimos 2 anos aumentou-se o número de equipes de PSF nas comunidades mais carentes e isso pode vir a ter um impacto positivo nas próximas pesquisas. Mas devemos entender que não há nada melhor do que boas condições econômicas para melhorar a saúde da população infantil. Entretanto, se devemos comemorar com os dados da morte infantil, devemos também nos entristecer com os dados de morte materna. Neste aspecto, ainda estamos emparelhados com os países africanos e diversos países latino-americanos de condição econômica bem pior do que a nossa. O índice de cerca de 50 mortes por cada 100.000 nascimentos ainda é subestimada e deve estar por volta de 75 a 100, de acordo mesmo com o Ministério da Saúde, isto porque muitos atestados de óbito ocorridos em mulheres gestantes ocultam tal fato, prejudicando a verificação do problema. Tal taxa é semelhante aos países africanos e bem distante da taxa dos países desenvolvidos, de 5 a 15/100.000 nascidos vivos. Isto é uma calamidade! A principal causa de morte materna em nosso país é a pré-eclâmpsia ou a hipertensão na gravidez, algo que poderia ser bem melhor controlado, se o pré-natal em nosso país fosse bem realizado. No entanto, muitas mulheres não passam no pré-natal e, quando o fazem, muitas vezes o profissional não está qualificado, nem tampouco motivado a fazer uma boa assistência. Muitos dos pré-natais em nosso país são feitos por clínicos gerais e por enfermeiras, que não estão afeitos a lidar com hipertensão. Por outro lado, há poucos hospitais qualificados para atender tais casos, e geralmente estão distantes da população mais carente. Como segunda e terceira causa da morte materna no Brasil encontramos as hemorragias e as infecções, ambas altamente relacionadas com o parto cesárea, pois qualquer cirurgia aumenta o risco de sangramento e de infecção na ferida operatória. Neste ítem infelizmente temos o título mundial. Nenhum outro país do mundo tem uma taxa de cesárea maior do que a nossa. Só para ter uma idéia os Estados Unidos estão muito preocupados com uma taxa ao redor dos 20%, pois todos os outros países desenvolvidos possuem taxas menores. No Brasil, a taxa é por volta dos 45%!! Este dado é um absurdo, pois além de sr responsável por grande parte dos óbitos maternos, ainda leva a um gasto maior em hospitalização, dinheiro que todos nós pagamos. Por último, ainda falta comentar que ainda há muita gravidez na adolescência em nosso país, com taxas reveladas ainda maiores do que dos anos 90. Isso causa preocupação, não só porque tais jovens estão saindo da escola e do mercado de trabalho, mas também porque elas se expõem aos riscos da gravidez. Basta lembrar que proporcionalmente morrem muito mais mulheres abaixo dos 15 anos por causa da gravidez do que mulheres entre 20 e 30 anos. É uma pena! Algo que devemos abordar com mais responsabilidade. Um exemplo a seguir é o do Estado de São Paulo, que é o único da união que conseguiu diminuir tais taxas, muito por causa das campanhas ocorridas e da atuação frequente em prol de uma assistência integral à saúde do adolescente, fazendo centros onde os jovens se encontram e conversam sobre seus problemas, mesmo não tendo evidentes problemas de saúde. Mas, certamente, ainda há muito o que fazer!

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Morre filho de Scheila Carvalho
Muito triste esta notícia, como é triste a notícia da morte de tantas outras crianças, vítimas da prematuridade. Temos de ser solidários com a dor desta mãe, pois é muito difícil perder um filho, em meio ao sofrimento de 2 meses de expectativa, numa UTI neonatal. Que Deus receba Brian com carinho e dê consolo para seus pais. Entretanto, vejo nesta notícia a oportunidade de comentar algo sobre a prematuridade e o cuidado em UTI neonatal, pois é uma situação a que todos estão sujeitos, até mesmo uma artista com a expressão de Scheila Carvalho. Infelizmente, a prematuridade é muito comum no Brasil, incidindo em cerca de 10 a 20% de todos os nascimentos, sendo a primeira causa de óbito neonatal. Recentemente, tivemos a notícia que a taxa de mortalidade infantil no Brasil teve uma queda nos últimos anos. No entanto, a morte de crianças nos primeiros dias de vida ainda é relativamente alta e isso tem grande relação com o tipo de parto e o tipo de pré-natal. Ou a mãe entra em trabalho de parto prematuro, ou então desenvolve alguma doença que necessita da interrupção da gravidez para ser adequadamente tratada. Uma vida agitada, com muito stress e pouca alimentação podem levar ao trabalho de parto prematuro, assim como infecções e certas alterações uterinas. Por outro lado, doenças como pré-eclâmpsia, hipertensão, diabetes, problemas no coração, também podem levar à interrupção da gravidez, para salvaguardar a saúde da mãe. Qualquer que seja a razão, o fato é que uma criança nascida prematuramente tem risco aumentado para várias complicações, inclusive de morte. Frente a isso, o melhor sempre é tentar postergar o parto o máximo possível, pois a criança de 7 meses tem mais risco do que a de 8 meses, que tem mais risco do que a de 9 meses. É bem verdade que a Neonatologia e os cuidados na UTI neonatal progrediram muito nos últimos anos, mas ainda há muito risco envolvido na sobrevida de uma criança de 1 a 2 kg. Pouca coisa foi noticiada sobre as razões deste parto da dançarina, assim como sobre as complicações ocorridas com a criança. Apenas se sabe que a criança nasceu com cerca de 1,5 kg, de parto cesariana, e que morreu em decorrência de uma insuficiência renal, após 2 meses de cuidados hospitalares. Na verdade, o caso ilustra infelizmente a angústia de muitas mulheres no Brasil, que ficam semanas ou meses acompanhando suas crianças nos berçários de alto risco, com esperança de levá-las para casa, mas que às vezes não o conseguem. Sem dúvida, uma situação de vida muito difícil e que muitas vezes requer cuidados psicológicos para superar da melhor forma possível. Pode-se pensar: se este fato aconteceu com alguém famoso como a Scheila Carvalho, então pode acontecer com qualquer um. E esta é a mais pura verdade! Por isso, faça o seu melhor, sempre. Para não dar chance ao azar!...

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